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quinta-feira, 8 de julho de 2010

Teatro do Oprimido no IFRN



Amanhã é dia de Teatro do Oprimido no Centro Cultural do IFRN.

Finalmente está chegando a hora de mais uma atividade do projeto Pressãoi no Juízo em parceria com o Centro Cultural do IFRN. Amanhã, dia 09 de julho, às 13 horas terá início mais uma oficina demonstrativa do metodo do Teatro do Oprimido, com a técnica do Teatro Fórum.

A oficina, que terá 4 horas de duração será ministrada por Claudio Rocha (Curinga do Centro de Teatro do Oprimido na região nordeste)e será aberta a tod@s que tem interesse na metodologia criada por Augusto Boal.

Para se inscrever na oficina, os interessados devem enviar uma mensagem para o e-mail: centroculturalifrn@ gmail.com
Em "Assunto" inserir o nome do workshop desejado e na mensagem inserir nome e telefone de contato.

São Apenas 20 vagas

Às 19h, no auditório do Centro Cultural do IFRNm o grupo de Teatro do Oprimido Filhos da Terra apresenta a cena "Separar pra quê?". A cena, construida a apartir de uma história real de discriminação racial, já se apresentou na mostra PB/RN de Teatro do Oprimido, promovida pelo Centro de Teatro do Oprimido, no mês de maio deste ano em Campina Grande, PB.

A entrada é gratuita e a censura é livre.
Aguardamos vocês lá

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Grupo Filhos da Terra se apresenta em Natal





O Centro Cultural do IFRN recebe o Grupo de Teatro Fórum do Quilombo Acauã

No dia 09 de julho, a população de Natal vai assistir à apresentação da peça de Teatro Fórum do grupo da cidade de Poço Branco/RN, o grupo Filhos da Terra. Ao final de cada apresentação alguns dos espectadores serão convidados entrar na cena, trocando de lugar com o protagonista, para mostrar alternativas aos problemas encenados. Nas peças os atores encenam episódios reais das suas vidas.

O espectador (ou espect-ator) da sessão de Teatro-Fórum não é um consumidor do bem cultural, mas sim um ativo interlocutor que é convidado a assumir o papel do oprimido ou de seus aliados para interagir na ação dramática de maneira a apresentar alternativas para transformar a realidade – ser ator de sua própria vida”, diz o arte educador Cláudio Rocha, curinga do Centro de Teatro do Oprimido.

Sinopse: A peça conta a história real de jovens do Quilombo Acauã que são segregados do sistema de transporte escolar por racista. O Grupo: Formado por jovens entre 12 e 25 anos pertencentes ao Quilombo Acauã.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Pressão no Juízo em Natal - Primeiros movimentos




Depois de algum tempo, necessário para a sua adaptação à realidade da nova cidade, o projeto Pressão no Juízo retoma as suas atividades em pleno vapor.

Vindo de uma história de 11 anos de conquistas e de transformações na capital pernambucana, o Projeto Pressão no Juízo, enfim inicia as suas atividades sistemáticas em Natal, RN, ocupando o recém inaugurado espaço do Centro Cultural de Natal.

"Já andamos pelas terras norte-rio grandenses. Tivemos a oportunidade de fazer uma rápida assessoria no município de Vera Cruz além de realizar os festejos do aniversário de Boal, em março deste ano no Centro Cultural do IFRN e de dar apoio ao trabalho de duas multiplicadoras que atuam no Quilombo Acauã, em Poço Branco e numa unidade prisional feminina do Estado", lembra o coordenador do projeto, Claudio Rocha.

No Centro Cultural de Natal, desde o dia 07 de junho, iniciaram-se as aulas das primeiras turmas de Teatro Fórum do Centro Cultural de Natal, ministradas pelo arte-educador Claudio Rocha, coordenador do Projeto Pressão no Juízo e Curinga do Centro de Teatro do Oprimido.

"São 3 turmas de 20 alunos cada, onde as pessoas estão se iniciando na prática teatral, através da metodologia proposta por Augusto Boal", comenta Claudio. Enfatizando a diversidade de perfil dos alunos, ele aposta na realização de um "bom trabalho" no local. "Creio que poderemos colher bons frutos nesta iniciativa pois o grupo é muito heterogêneo. Tem pessoas de diversas idades, religiosidades e, sobretudo, de pensamento diferente. E isso é o que faz o trabalho render, pois o que buscamos é o diálogo".

Ao que tudo indica, ainda este ano será possível assistir, e debater teatralmente, as primeiras histórias de vida que serão encenadas pelos alunos do CCN como exercícios de conclusão dos cursos. Serão, ao menos 5 cenas apresentadas por crianças, adolescentes, adultos e idosos que pretendem transformar a realidade agravés do Teatro.


É esperar pra ver....