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quinta-feira, 15 de julho de 2010

Estética do Oprimido na 2ª mostra do TO no Maranhão




A preparação da 2ª mostra de Teatro do Oprimido (TO) no Maranhão continua.

Hoje o dia foi dedicado à Estética do Oprimido, potencializando a imagem e o som da cena "Uma crise na adolescencia
" que será apresentada amanhã para o público.

Os atores do grupo Nação de Estudante(NdE) trabalharam as suas potencialidades estéticas construindo e muscando poesias que referiam-se à história da adolescente de 16 anos que engravida e é agredida pelo namorado que não quer assumir o filho.

Além de explorar as suas capacidades musicais, o trabalho com imagem também foi experimentado pelo grupo que descobria à cada pincelada ou recorte de tecidos, as suas mais variadas capacidades de se comunicar esteticamente.

Continuem nos acompanhando, amanhã é o grande dia!

quarta-feira, 14 de julho de 2010

IIª Mostra de Teatro do Oprimido no Maranhão


Os preparativos continuam. Hoje o Grupo de Teatro do Oprimido Nação de Estudante (GTO - NDE) ensaiou, pela manhã, a cena "gravidez na adolescência".

Na cena, Claudia, uma adolescente de 16 anos, se envolve com Kauê um jovem de 17 que estuda na sua sala de aula. O namoro logo toma proporções desatrosas, sobretudo quando Claudia descobre que está grávida. Ao tentar dialogar com o namorado, desejando que ele assuma a paternidade, ela é agredida pelo jovem que não quer assumir o filho.

A cena foi montada a partir de histórias reais do bairro da Matinha, que fica na cidade de São José do Ribamar, região metropolitana de São Luis.

"De vez em quando surgem histórias como essas lá na Matinha" diz Gabriela (16 anos). "Eu tenho três amigas que engravidaram nessas mesmas condições", relata, emocionada, a atriz que representa a jovem Claudia.

"Uma menina lá do bairro, com apenas 13 anos, se jogou de uma bicicleta em alta velocidade na tentativa de abortar o bebê que aguaradava". Relata o ator Arielson (16 anos), que representa o namorado opressor. A menina não tinha apoio dos familiares nem do seu namorado, para continuar com a gravidez.

Quando perguntados sobre o que acham de sitauções como essa, a resposta é uníssona: "é repugnante!"


Quando o Teatro é uma alternativa
"O Teatro do Oprimido ensina não só aos outros, mas para a gente também", diz Gabriela. Arielson, que andava com alguns colegas que hoje já são usuários de dorgas, aliviado, lembra que o afastamento desses colegas se deu por conta da oficina de Teatro do Oprimido que tomou o resto do tempo que ele tinha livre.

"O futuro para mim vai ser melhor. depois que eu conheci o TO, eu deixei de andar com algumas amizades que já estão mortos por conta do envolvimento com a violência", conta Gabriela. Continuando, feliz, ela afirma que "as notas melhoraram na escola, O teatro me motivou mais a estudar e hoje só tenhos notas boas", relata a jovem com um sorriso largo e olhar firme de quem tem certeza de que está no caminho certo.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Mostra de Teatro do Oprimido no Maranhão



Acontece na próxima sexta-feira, dia 16 de julho a 2ª Mostra de Teatro do Oprimido do Maranhão.

O evento reunirá cenas de Teatro Fórum criadas pelos multiplicadores formados pelo Centro de Teatro do Oprimido, durante os anos de 2008 e 2009 através do projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto.

O Projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto é um programa de formação de agentes multiplicadores do Teatro do Oprimido que foi desenvolvido pelo Centro de Teatro do Oprimido entre os anos de 2006 e 2010 em 18 estados brasileiros e mais de 50 províncias africanas em Guiné Bissau, Moçambique e Angola.

No estado do Maranhão, cerca de 35 multiplicadores de diversos municípios participaram do processo de formação que foi dividido em três etapas.

Na primeira, que contou com 40 horas de duração, os participantes forma formados na técnica de construção de uma cena de Teatro-Fórum.

No segundo momento, eles passaram por mais 40 horas de treinamento que os capacitou a potencializar uma cena de Teatro Forum aplicando as técnicas da Estética do Oprimido.

E no terceiro momento, foi realizado um seminário de avaliação onde os multiplicadores avaliaram o processo de formação, suas produções e projetaram o futuro do TO no estado através de encontros como esse que acontece na próxima sexta-feira.

Serviço

II Mostra Maranhese de Teatro do Oprimido

Local:Campus do Centro Histórico do IFMA - Rua Afonso Pena, 174 - Centro, São Luis/MA
Data: 16 de julho de 2010
Horário 15:30h

Classificação: Livre
Entrada gratuita



LOCAL:


Vale à pena conferir

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Teatro do Oprimido no IFRN



Amanhã é dia de Teatro do Oprimido no Centro Cultural do IFRN.

Finalmente está chegando a hora de mais uma atividade do projeto Pressãoi no Juízo em parceria com o Centro Cultural do IFRN. Amanhã, dia 09 de julho, às 13 horas terá início mais uma oficina demonstrativa do metodo do Teatro do Oprimido, com a técnica do Teatro Fórum.

A oficina, que terá 4 horas de duração será ministrada por Claudio Rocha (Curinga do Centro de Teatro do Oprimido na região nordeste)e será aberta a tod@s que tem interesse na metodologia criada por Augusto Boal.

Para se inscrever na oficina, os interessados devem enviar uma mensagem para o e-mail: centroculturalifrn@ gmail.com
Em "Assunto" inserir o nome do workshop desejado e na mensagem inserir nome e telefone de contato.

São Apenas 20 vagas

Às 19h, no auditório do Centro Cultural do IFRNm o grupo de Teatro do Oprimido Filhos da Terra apresenta a cena "Separar pra quê?". A cena, construida a apartir de uma história real de discriminação racial, já se apresentou na mostra PB/RN de Teatro do Oprimido, promovida pelo Centro de Teatro do Oprimido, no mês de maio deste ano em Campina Grande, PB.

A entrada é gratuita e a censura é livre.
Aguardamos vocês lá

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Grupo Filhos da Terra se apresenta em Natal





O Centro Cultural do IFRN recebe o Grupo de Teatro Fórum do Quilombo Acauã

No dia 09 de julho, a população de Natal vai assistir à apresentação da peça de Teatro Fórum do grupo da cidade de Poço Branco/RN, o grupo Filhos da Terra. Ao final de cada apresentação alguns dos espectadores serão convidados entrar na cena, trocando de lugar com o protagonista, para mostrar alternativas aos problemas encenados. Nas peças os atores encenam episódios reais das suas vidas.

O espectador (ou espect-ator) da sessão de Teatro-Fórum não é um consumidor do bem cultural, mas sim um ativo interlocutor que é convidado a assumir o papel do oprimido ou de seus aliados para interagir na ação dramática de maneira a apresentar alternativas para transformar a realidade – ser ator de sua própria vida”, diz o arte educador Cláudio Rocha, curinga do Centro de Teatro do Oprimido.

Sinopse: A peça conta a história real de jovens do Quilombo Acauã que são segregados do sistema de transporte escolar por racista. O Grupo: Formado por jovens entre 12 e 25 anos pertencentes ao Quilombo Acauã.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Pressão no Juízo em Natal - Primeiros movimentos




Depois de algum tempo, necessário para a sua adaptação à realidade da nova cidade, o projeto Pressão no Juízo retoma as suas atividades em pleno vapor.

Vindo de uma história de 11 anos de conquistas e de transformações na capital pernambucana, o Projeto Pressão no Juízo, enfim inicia as suas atividades sistemáticas em Natal, RN, ocupando o recém inaugurado espaço do Centro Cultural de Natal.

"Já andamos pelas terras norte-rio grandenses. Tivemos a oportunidade de fazer uma rápida assessoria no município de Vera Cruz além de realizar os festejos do aniversário de Boal, em março deste ano no Centro Cultural do IFRN e de dar apoio ao trabalho de duas multiplicadoras que atuam no Quilombo Acauã, em Poço Branco e numa unidade prisional feminina do Estado", lembra o coordenador do projeto, Claudio Rocha.

No Centro Cultural de Natal, desde o dia 07 de junho, iniciaram-se as aulas das primeiras turmas de Teatro Fórum do Centro Cultural de Natal, ministradas pelo arte-educador Claudio Rocha, coordenador do Projeto Pressão no Juízo e Curinga do Centro de Teatro do Oprimido.

"São 3 turmas de 20 alunos cada, onde as pessoas estão se iniciando na prática teatral, através da metodologia proposta por Augusto Boal", comenta Claudio. Enfatizando a diversidade de perfil dos alunos, ele aposta na realização de um "bom trabalho" no local. "Creio que poderemos colher bons frutos nesta iniciativa pois o grupo é muito heterogêneo. Tem pessoas de diversas idades, religiosidades e, sobretudo, de pensamento diferente. E isso é o que faz o trabalho render, pois o que buscamos é o diálogo".

Ao que tudo indica, ainda este ano será possível assistir, e debater teatralmente, as primeiras histórias de vida que serão encenadas pelos alunos do CCN como exercícios de conclusão dos cursos. Serão, ao menos 5 cenas apresentadas por crianças, adolescentes, adultos e idosos que pretendem transformar a realidade agravés do Teatro.


É esperar pra ver....